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Numa comovente biografia de Bibi Ferreira, ainda não publicada, e à qual tive acesso por um desses raros golpes de sorte, ela se considera não uma estrela, mas um cometa que faz incursões esporádicas pela ribalta. Achei a observação algo despropositada, quem sabe saída das dimensões cósmicas da sua modéstia.

Mas depois, fazendo as contas dos espetáculos que vi com Bibi Ferreira, acabei por lhe dar uma certa razão. Então, nesse caso, por que persiste, em cada um de nós, que lhe acompanhou a carreira, a sua avassaladora presença?

Por que a sensação de que ela é a atriz, a cantora, a estrela, sim, de magnitude maior e personalidade mais forte do nosso palco? Por que a impressão de que a vi ontem em Piaf, antes de ontem em Bibi in Concert, de que Gota d'Água continua em cartaz? Por que ela nos mantém cativos de uma sedução cuja intensidade se mantém constante, independente de quando e onde fomos marcados a ferro pelo seu fascínio?

A resposta é óbvia: porque Bibi Ferreira não é simplesmente a maior atriz do país. Ela é a única artista brasileira, que pelo talento, rigor, disciplina e paixão, torna possível em nossa fantasia a ilusão do primeiro mundo.

Rio de Janeiro, abril de 1994

Juca de Oliveira

 

 

 

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Música: Bibi Ferreira canta "Volare"  -  musical "Brasileiro, profissão esperança"

 

Data de atualização: 25/10/2015

 

 

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