Bibi por Bibi

"Nunca fui Abigail! Sempre fui Bibi."

 

 

  "Minha grande paixão é viver".

"Minha vida tem sido uma eterna viagem".

 

 

  "Minha babá era o camarim."

  "Eu não tenho a mínima dimensão daquilo que eu sou. Tenho apenas uma dimensão matemática daquilo que eu fiz".

 

 

  "A única forma de se manter de pé, na minha profissão, é muito trabalho e disciplina".

 "Minha mãe foi fabulosa - uma mulher de uma coragem incrível."

 

 

"Mamãe era muito exigente, queria que eu fosse perfeita."

"Tenho voz colocada, muita respiração, canto com facilidade. Estar em cena cantando é melhor do que tudo - é uma comunhão sublime."

 

 

  "Papai misturou completamente vida com teatro. Daí, ele ser tão absurdamente natural no palco, enquanto era extremamente teatral no dia-a-dia. Acho que ele se acostumou a não ver a realidade, porque no teatro ela é uma fantasia. E, provavelmente, ele pensava assim, que quando quisesse, também podia mudar de cenário na vida" 

("Procópio Ferreira - o mágico da expressão" de Jalusa Barcellos)

  "Eu nunca me apaixonei por qualquer arte em que eu tivesse que aparecer numa tela. Não me apaixono, por uma razão: não gosto de me assistir, de me ver. No entanto, gosto de, no palco, me ouvir."

 

 

  "Sem música eu não poderia viver e o mundo não ficaria acordado."

  "Eu sou disciplinada por natureza. Gosto de estudar, falo pouco e me apaixono pelas coisas que faço."

 

 

  "Sou tímida demais... Realmente não sou de papo."

  "Eu sou insuportavelmente ciumenta. Por isso sempre fui infeliz nos meus amores, meus casamentos - tudo deu errado."

     (em entrevista a Jô Soares)

 

 

 

  "Com a minha idade, ninguém faz o que eu faço. Sou um fenômeno vocal."

  "O canto é tarefa de muita responsabilidade, mas, eu adoro desafios. Não acho a mínima graça em fazer algo que vou superar com facilidade."

 

 

  "Afirmar que o Brasil não tem jeito é uma atitude cínica, desagradável, pouco brasileira, e eu sou muito patriota."

  "Meu pai dizia: 'Minha filha, só lhe dou um conselho - faça sempre uma peça que possa ser discutida à mesa' ."

 

 

  "Hoje, um chefe de família é só imagem, sem som."  

(sobre a televisão e a família)

"Não tenho a mínima idéia de quem eu sou. Por vezes lamento como eu sou...quando me pego no flagra...tem que ser no flagrante."

 (em entrevista ao jornalista Juca    Kfoury)

 

 

  "Eu rezo melhor se ficar em casa e a minha reza não é decorada. É uma reza minha. Eu peço e agradeço.

  "Fiquei com os ouvidos treinados nas inflexões e no tom de representação de papai. O difícil do teatro é falar alto sem perder a naturalidade. É você falar com naturalidade, alto, as coisas que são íntimas." 

       (entrevista a Jô Soares)

"Ninguém fala com pontuação gramatical, mas com a pontuação da vida e essa era a grande inflexão de papai; era o seu forte". 

  "Meu pai não me sai do ouvido. A sua dicção, a sua prosódia estão sempre comigo. Penso então que a admiração por ele não me levou, propriamente, ao teatro, mas me fez permanecer no palco."
" Programar a posteridade é muita pretensão."  

 

   "Uma das melhores coisas que fiz em minha vida! Talvez a melhor!" 

(sobre "Bibi in Concert 1")

  "Entre ser ator e corredor de Fórmula 1, com todo o dinheiro da Fórmula 1, seja ator...e corra mais devagar."

 

 

   "Meu maior mérito é ter toda essa popularidade sem nunca ter feito telenovela, num país onde o teatro é elitista."

    "'Gota d'Água' tem o maior trabalho de diálogo do teatro nacional."

 

   "Uma vez feita 'Gota d'Água', não preciso fazer mais nada."

  "Um ator ou um diretor não pode morrer sem antes fazer um Shakespeare. Mas, o que me faltaria mesmo fazer seria fortuna mas não estou vendo muito jeito".

(comentário bem humorado em entrevista ao jornal "O Globo" em 4/03/2001).

 
 

    "Sempre digo que sou uma otimista irresponsável! E é por isso que fiz tudo o que fiz na vida."

"É muito difícil estudar a prosódia portuguesa - é sílaba por sílaba. Para
cantar é preciso memória, prosódia, entrar no tempo dos músicos, projetar a voz. É um trabalho de artesão." (Sobre "Bibi vive Amália")

 
 

"Trabalho numa peça de cada vez e estou provando que se pode viver de teatro, sem luxos, mas, dá para sobreviver honestamente".

   "Nunca fui muito de sonhar, porque a profissão me atingiu quando eu era ainda muito jovem. E tendo que trabalhar sempre, vingando as dificuldades, eu sempre achei que era muito natural continuar". (No programa Bom dia, Brasil! - maio de 2002)

 
 

   "A minha grande vaidade é      representar cada vez melhor".

(No programa Bom dia, Brasil! - maio de 2002)

  "As pessoas pensam que alguém aos 80 está caquética, que não vai dar conta. Aí, as pessoas vão ver o espetáculo e falam: mas como ela ainda canta!"

(No programa Bom dia, Brasil! - maio de 2002)

 
 

"Vivo para a arte e é ela que mantém o vigor de minha alma".

  "Não há nada mais belo que a juventude. Eu adoro viver rodeada de gente jovem. Os velhos reclamam de tudo!"

(Para a Revista Caras - em viagem à Ilha da Madeira - agosto de 2002)

 
    "Sou avessa a saudosismo. O que me interessa é o que farei amanhã".

(Para a Revista Caras - em viagem à Ilha da Madeira - agosto de 2002)

  "O Teatro é a mais bela comunhão entre o homem e a idéia. A idéia que nos leva à reflexão - e a reflexão que nos leva à paz."  
 

"A Viradouro vai fazer chegar ao ouvido das pessoas deste país um palavra que muitos não sabem o que significa: teatro! É uma homenagem a mim que muitos mereceriam. Mas talvez eu tenha sido a primeira. Nem sei como vou chegar ao fim desse desfile".

"Não tem adjetivo que possa descrever. Na avenida me senti pequenininha, percebi que não era nada. Naquela empolgação nem conseguia ouvir as palmas e os gritos com o meu nome."

(Descrevendo a emoção de desfilar na Marquês de Sapucaí)

 

      

 

"Fiquei num estado em que não me sentia mais um ser humano. Era como se pertencesse ao espaço sideral. Parecia estar em uma outra camada. Senti como se Deus me levantasse e os anjos me acariciassem." 

(Descrevendo a emoção de desfilar na Marquês de Sapucaí)

É algo tão soberbo que me falta capacidade literária para expressar em palavras o que senti."

(Descrevendo a emoção de desfilar na Marquês de Sapucaí)

 
  "... arranjar alguém agora, tenha a santa paciência. Tenho muito o que ensaiar..."

(Respondendo à Roberta Miranda sobre ter um companheiro - maio de 2003)

Você se casou com a música?

"Em parte, mas, engano a música porque tenho um grande amante, o cinema. Não gosto de me ver na tela, mas, não passo uma noite sem ver um filme."

(Maio de 2003 - revista Quem)

 
  "Os homens estão ficando muito bonitos, se cuidando muito. Antigamente eram mais feios. E homem bom é aquele que não sabe que é bonito".

(Maio de 2003 - revista Quem)

"Acho que a vaidade é um ato de higiene, de respeito. Você deve se arrumar bem. Podia estar com essa idade e de cabelo branco. Mas, não tenho temperamento para cabelo branco"...

(Maio de 2003 - revista Quem)

 
  "Acredito nos meus compromissos, na energia, em Deus e, por isso mesmo, acredito nos nons pensamentos. É para isso que rezo."

(Maio de 2003 - revista Quem)

"É um privilégio ser ator. Quem mais vive duas vidas? A de verdade e a do palco?"

(Maio de 2004 em entrevista a renato Mendonça - Jornal Zero Hora)

 
 

"Claudina nunca pisou um palco. É uma personagem que construí, que incorpora meu senso de humor, minha ironia. Ela diz as verdades que não se dizem sempre."

(Maio de 2004 em entrevista a renato Mendonça - Jornal Zero Hora)

"O teatro de equipe só deve existir quando ele é experimental. Uma companhia de repertório é um grupo - uma equipe - com responsabilidades não experimentais. A equipe, da qual tanto falam, não pode existir quando você tem astros. Dei oportunidade a muita gente na minha Companhia e posso citar dois grandes nomes - Maria Della Costa e Cacilda Becker - mas num determinado momento elas também quiseram ser estrelas e foram em busca do que era melhor para o seu futuro. Como dizia papai: leão não anda em bando."

 
  " "Dizem que no Brasil falta tradição nos musicais. Não é só no musical que falta tradição no Brasil. Aqui no Brasil temos uma única tradição que é a de acabar com todas as tradições." (Em entrevista a Deolinda Vilhena, em abril de 2007)
"Quando estive fora do palco estive me alimentando. Não vivo das paixões. Vivo na simplicidade da minha que eu levo para o teatro. É por isso que dizem que sou moderna. Porque sou simples. Sou o hoje, sou o cotidiano. Programar a posteridade é muita pretensão."

(Em entrevista a Deolinda Vilhena, em abril de 2007)

"      
    Prestes a completar 90 anos: "Teatro é mais a vida do que a própria vida".

 

 

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Data de atualização:   16/02/2013 16:23

 

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